A Campanha

A campanha “Homens Unidos pelo fim da Violência contra as Mulheres” foi lançada pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres  em busca de coleta de assinaturas eletrônicas. A iniciativa desta mobilização é uma resposta do governo brasileiro à convocação do Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que lançou a campanha mundial a fim de mobilizar líderes nacionais, pelo fim da violência contra as mulheres.

Esta é a primeira vez que uma campanha mundial e nacional relativa à violência de gênero tem o foco nos homens. A campanha tem nível mundial, pois este é um problema que afeta todas as sociedades impedindo que as mulheres tenham seus direitos como cidadã.

Assim, Homens Unidos pelo fim da Violência contra as Mulheres busca o engajamento dos homens em prol de uma sociedade mais justa e igualitária, pela implementação integral da Lei Maria da Penha e pela efetivação de políticas públicas que visam o fim da violência contra as mulheres.

A campanha já arrecadou no Brasil mais de 44 mil assinaturas. Entre as assinaturas, estão a do ex-jogador Raí, do cantor Sérgio Reis, do ex-presidente Lula, de autoridades políticas, atletas, artistas e milhares de autônomos de nosso país numa demonstração do compromisso público.

As 44.123 mil assinaturas arrecadadas foram entregues no dia 16 de junho de 2011 em Brasília ao Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon. A entrega foi feita pela ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes. A lista dos homens brasileiros vai fazer parte do contador mundial de assinaturas.

Comentários

  1. Claudemir em disse:

    Eu me chamo claudemir e sou orientador social do CREAM(Centro de Referencia Especializado no Atendimento a mulher) de viçosa do Ceara-CE,gostaria muito de receber algum material em formato de PDF para aplicar nas palestras de concientização no meu municipio,essa campanha que tem tudo a ver…

  2. ANDRÉ FERREIRA FIGUEIRA em disse:

    Sou militar, e sou definitivamente contra a qualquer tipo de agressão às mulheres. Nós não temos o direito de descontar nossas frustrações em nossas mães, companheiras e filhas.

  3. Geraldo Miranda de Macedo em disse:

    Quem agride uma mulher, deve ter nascido de chocadeira, nada justifica a agressão física ou verbal contra ninguém, quanto mais contra esse ser maravilhoso que é a mulher, penso que isso deveria ser considerado crime inafiançável.

  4. José Ruramilton Romão em disse:

    Prezados, sou aluno do curso de bacharelado em estudo de gênero e diversidade com ênfase nas políticas para mulheres na UFBA -Universidade federal da Bahia e fico feliz em estar participando desse grupo.

  5. Edvaldo Pereira Lima em disse:

    Definitivamente esta é a uma iniciativa humana da maior importância.
    Todos nós viemos da mulher, todos temos ou tivemos mães, muitos de nós temos companheiras, esposas, filhas. Sem as mulheres, a humanidade, tal como conhecemos hoje, não poderia continuar. Merecem o nosso carinho e o nosso cuidado com toda nobreza e dignidade. Nosso papel, como homens, é também honrá-las, respeitá-las. E amá-las de fato, não delas abusar.

  6. Bruno Eustáquio Cristiano em disse:

    Sou Bruno Eustáquio Cristiano, Técnico de Segurança no Trabalho, 38 anos. Gostaria de receber algum material para que possamos divulgar e trabalhar esta campanha com nosso funcionários.

  7. Inês de Paula em disse:

    Achei fantástica a iniciativa. Sou secretária da Assistência Social do Município de Cascavel – Pr., e presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, e gostaria de receber materiais para que possamos divulgar. Obrigada.

  8. Karine Ortega em disse:

    Olá!! Sou Karine Assistente Social do CREAM(Centro de Referencia Especializado no Atendimento a mulher) e gostaria muito de receber algum material em formato de PDF para aplicar nas palestras e um material para que possamos divulgar e trabalhar esta campanha.Obrigada!!!

  9. vitor em disse:

    eu sou dono de um tereiro de candomble todos os dias escuto relatos de violencia contra a mulher acho que o apredisado tem que vim de sedo canpanha nas escolas nos tereiros nas igrejas para os homens tomarem conciensia que nao pode aver violencia contra a mulher desde crisnça vamos juntar forças contra violencia

  10. Caetano em disse:

    Atenção Homens,vamos nos policiar,pois muitas vezes julgamos alguem por seus atos,mas não observamos os nossos próprios.Apontar culpados,comentar em redes sociais,assinar em campanhas é facil,dificil é reconhecer que às vezes praticamos a violência contra mulheres(mãe,esposa,namorada,irmã,filha,amigas,companheiras de trabalho,empregadas,vizinhas,etc..)e nem percebemos. A violência física contra as mulheres é grande,mas a piscológica é maior ainda, desde a indiferença,machismo,arrogancia,grosseria,traição,e muitas outras coisa que praticamos até mesmo por habto…O pior, os agressores somos eu,vc e muitos outros que lerão isto.

  11. Maria Almeida em disse:

    A campanha ainda continua?

    • admin em disse:

      A campanha já foi encerrada, mas continua a ideia de prevençao de violência contra as mulheres.

  12. Efren Diones Saqueto em disse:

    Saudações !

    Sou futuro Assistente social, e tb entro nessa luta contra todo tipo de violência, em especial a violência cometida contra a mulher, seja ela física, psíquica, moral e até mesmo virtual. Chega ! Mulher não é objeto ! Não mercadoria desse sistema capitalista!

    Efren Saqueto

  13. Vladimir Chaves em disse:

    Entre todos os ensinamentos que o pai me deu, um eu nunca esqueci: Ele sempre dizia: “Homem que é homem, não bate em mulher. Quem bate em mulher é covarde que tem vergonha de ser homem.” Esse ensinamento já passei ao meu filho, e você?

  14. Rosa Carolina Hoffmann Panatieri em disse:

    Ola! Sou da cidade de Cidreira RS, e estamos juntos nessa campanha. Sou organizadora de uma página no facebook, onde tratamos da /saudedamulhercidreira, e nesta sexta feira, junto com a comemorações do dia Internacional da Mulher, muitos homens e mulheres tiraram foto com o cartaz “HOMEM DE VERDADE NÃO BATE EM MULHER”. bacana!

  15. Tião Simpatia em disse:

    Eis a minha contribuição: “A Lei Maria da Penha em Cordel”, cuja obra foi reconhecida pela ONU em 2011 como sendo de grande relevância sociocultural e traduzida para o Espanhol, Inglês e Braile
    Segue cordel na íntegra
    A Lei Maria da Penha em Cordel
    (Tião Simpatia)

    A Lei Maria da Penha
    Está em pleno vigor
    Não veio pra prender homem
    Mas pra punir agressor
    Pois em “mulher não se bate
    Nem mesmo com uma flor”.

    A Violência Doméstica
    Tem sido uma grande vilã
    E por ser contra a violência
    Desta Lei me tornei fã
    Pra que a mulher de hoje
    Não seja uma vítima amanhã.

    Toda mulher tem direito
    A viver sem violência
    É verdade, está na Lei
    Que tem muita eficiência
    Pra punir o agressor
    E à vítima, dar assistência.

    Está no Artigo Primeiro
    Que a Lei visa coibir;
    A Violência Doméstica
    Como também, prevenir;
    Com medidas protetivas
    E ao agressor, punir.

    Já o Artigo Segundo
    Desta Lei Especial
    Independente de classe
    Nível educacional
    De raça, de etnia;
    E orientação sexual…

    De cultura e de idade
    De renda e religião
    Todas gozam dos direitos
    Sim, todas! Sem exceção
    Que estão assegurados
    Pela Constituição.

    E que direitos são esses?
    Eis aqui a relação:
    À vida, à segurança.
    Também alimentação
    À cultura e à justiça
    À saúde e à educação.

    Além da cidadania
    Também dignidade
    Ainda tem moradia
    E o direito à liberdade.
    Só tem direitos nos “As”,
    E nos “Os”, não tem novidade?

    Tem! Tem direito ao esporte
    Ao trabalho e ao lazer
    E o acesso à política
    Pro Brasil desenvolver
    E tantos outros direitos
    Que não dá tempo dizer.

    E a Lei Maria da Penha
    Cobre todos esses planos?
    Ah, já estão assegurados
    Pelos Direitos Humanos.
    A Lei é mais um recurso
    Pra corrigir outros danos.

    Por exemplo: a mulher
    Antes da Lei existir,
    Apanhava e a justiça
    Não tinha como punir
    Ele voltava pra casa
    E tornava a agredir.

    Com a Lei é diferente
    É crime inaceitável
    Se bater, vai pra cadeia.
    Agressão é intolerável.
    O Estado protege a vítima
    Depois pune o responsável.

    Segundo o Artigo Sétimo
    Os tipos de Violência
    Doméstica e Familiar
    Têm na sua abrangência
    As cinco categorias
    Que descrevo na sequência.

    A primeira é a Física
    Entendendo como tal:
    Qualquer conduta ofensiva
    De modo irracional
    Que fira a integridade
    E a saúde corporal…

    Tapas, socos, empurrões;
    Beliscões e pontapés
    Arranhões, puxões de orelha;
    Seja um, ou sejam dez
    Tudo é Violência Física
    E causam dores cruéis.

    Vamos ao segundo tipo
    Que é a Psicológica
    Esta merece atenção
    Mais didática e pedagógica
    Com a autoestima baixa
    Toda a vida perde a lógica…

    Chantagem, humilhação;
    Insultos; constrangimento;
    São danos que interferem
    No seu desenvolvimento
    Baixando a autoestima
    E aumentando o sofrimento.

    Violência Sexual:
    Dá-se pela coação
    Ou uso da Força Física
    Causando intimidação
    E obrigando a mulher
    Ao ato da relação…

    Qualquer ação que impeça
    Esta mulher de usar
    Método contraceptivo
    Ou para engravidar
    Seu direito está na Lei
    Basta só reivindicar.

    A quarta categoria
    É a Patrimonial:
    Retenção, subtração,
    Destruição parcial
    Ou total de seus pertences
    Culmina em ação penal…

    Instrumentos de trabalho
    Documentos pessoais
    Ou recursos econômicos
    Além de outras coisas mais
    Tudo isso configura
    Em danos materiais.

    A quinta categoria
    É Violência Moral
    São os crimes contra a honra
    Está no Código Penal
    Injúria, difamação;
    Calúnia, etc. e tal.

    Segundo o artigo quinto
    Esses tipos de violência
    Dão-se em diversos âmbitos
    Porém é na residência
    Que a Violência Doméstica
    Tem sua maior incidência.

    Quem pode ser enquadrado
    Como agente/agressor?
    Marido ou companheiro
    Namorado ou ex-amor
    No caso de uma doméstica
    Pode ser o empregador.

    Se por acaso o irmão
    Agredir a sua irmã
    O filho, agredir a mãe;
    Seja nova ou anciã
    É Violência Doméstica
    São membros do mesmo clã.

    E se acaso for o homem
    Que da mulher apanhar?
    É Violência Doméstica?
    Você pode me explicar?
    Tudo pode acontecer
    No âmbito familiar.

    Nesse caso é diferente;
    A Lei é bastante clara:
    Por ser uma questão de gênero
    Somente à mulher, ampara
    Se a mulher for valente
    O homem que livre a cara.

    E procure seus direitos
    Da forma que lhe convenha
    Se o sujeito aprontou
    E a mulher desceu-lhe a lenha
    Recorra ao Código Penal
    Não à Lei Maria da Penha.

    Agora, num caso lésbico;
    Se no qual a companheira
    Oferecer qualquer risco
    À vida de sua parceira
    A agressora é punida;
    Pois a Lei não dá bobeira.

    Para que os seus direitos
    Estejam assegurados
    A Lei Maria da Penha
    Também cria os Juizados
    De Violência Doméstica
    Para todos os Estados.

    Aí, cabe aos governantes
    De cada federação
    Destinarem os recursos
    Para implementação
    Da Lei Maria da Penha
    Em prol da população.

    Espero ter sido útil
    Neste cordel que criei
    Para informar o povo
    Sobre a importância da Lei
    Pois quem agride uma Rainha
    Não merece ser um Rei.

    Dizia o velho ditado
    Que “ninguém mete a colher”.
    Em briga de namorado
    Ou de “marido e mulher”
    Não metia… Agora, mete!
    Pois isso agora reflete
    No mundo que a gente quer.

    Contatos com o autor:
    (85)8618.8696 / 9949.1338
    Email: tiaosimpatia@hotmail.com

  16. CEILA MARIA ALMEIDA BEZERRA em disse:

    Boa tarde!

    Sou coordenadora do Centro de Referência Mulher e Cidadania de Quixadá-Ce; e
    gostaria de receber tudo que tenham de material desta campanha Homens pelo fim da violência contra as mulheres, para utilizarmos em nossas palestras e rodas de conversa.
    Endereço: Rua José Jucá, n°110-Bairro: Rodoviária
    Quixadá-Ceará Cep:63:900.000

5 ideias sobre “A Campanha

  1. Robson Rossit

    O livro DAF: A Essência Perdida de I. di Renzo, em e-book na Amazon ponto com, narra a origem e a provável “causa” da violência, nunca antes observada, imaginada ou pesquisada, que surpreende.
    Mostra o início desse comportamento incompreensível, que observamos, em algumas pessoas de nosso convívio e na sociedade como um todo. Nos leva ao entendimento e à mudança na forma de compreender a agressividade, a perversidade, a traição, a infidelidade, o roubo, o uso de drogas entre outros.

    Responder
  2. Adriano da Silva Cavalcante

    Violência contra mulheres, já mais!

    Eu sempre fui contra ao abuso é violência de mulheres, em nosso país a muitos históricos sobre esta relevante falta de consideração masculina, para as nossas mulheres de nosso Brasil. É devemos procurar reverte está situação de maneira moral, e agirmos coletivamente a da apoio a estas belas mulheres, que são uma dádiva divina de Deus, companheiras, amigas, mãe de nossos filhos. Lutarão muito para mostra o que uma força feminina e capaz.

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  3. Welligton

    Quero aqui contar sobre o meu arrependimento, pois fui uma das inúmeras pessoas que cometeram esse ato de violência contra mulher, vivia com uma pessoa maravilhosa que ainda amo muito, por ciúmes e por estar bebendo, infelizmente perdi o controle e cometi o desastroso e injustificável ato, hoje estou sofrendo muito tanto pelo que fiz quanto por ter perdido uma pessoa maravilhosa, mais isso me fez repensar a vida, estou procurando me tratar, psicologicamente e espiritualmente, deixei de beber e estou pagando pelo meu enorme erro, pagando com a solidão , pois ficar sem a pessoa que amamos por culpa só nossa é com certeza pior do que qualquer outra punição que viesse cumprir. Agora procuro participar de campanhas contra a violência contra a mulher, pois aprendi que não só a mulher, mais nenhum ser humano tem que passar por momentos como esse, aprendi também que nunca devemos julgar o outro, pois estamos sujeitos a cometer atos piores que a pessoa que julgamos. Não estou aqui para me justificar, mais par dar um depoimento como uma pessoa que se arrependeu profundamente pelo que fez.

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